O setor de análises clínicas no Brasil não para de crescer. E os números provam isso.
O total de exames realizados no Brasil em 2023, somando os sistemas público e suplementar, chegou a 2,4 bilhões, um aumento de 11% em relação ao ano anterior, segundo o Painel Abramed 2024. Em 2024, o crescimento foi ainda maior: o setor registrou avanço de 15,7% em relação ao ano anterior, impulsionado principalmente pelo envelhecimento da população, aumento de doenças crônicas e avanços tecnológicos.
No cenário global, a perspectiva é igualmente expressiva. De acordo com a consultoria Mordor Intelligence, o mercado mundial de análises clínicas deve alcançar US$ 34,79 bilhões até 2029, com taxa média de crescimento anual de 20,96%.
O que está por trás desse crescimento?
Três fatores principais explicam essa expansão acelerada:
1. Envelhecimento da população, uma população mais velha demanda mais exames preventivos e de acompanhamento. No Brasil, esse fenômeno já é realidade e tende a se intensificar nas próximas décadas.
2. Saúde preventiva como comportamento, o crescimento da medicina diagnóstica reflete uma mudança significativa no comportamento da população. Com maior atenção à prevenção, o número de laboratórios de análises clínicas tem aumentado de forma expressiva — o setor registrou expansão superior a 20% nos últimos dez anos.
3. Integração digital, os laboratórios estão investindo em plataformas online para facilitar o agendamento de exames, consulta de resultados e acompanhamento médico à distância, proporcionando mais comodidade e agilidade aos pacientes.
Significa que a demanda por exames está crescendo e parte dela já existe dentro da sua clínica. Toda vez que um médico solicita um exame, o paciente precisa se deslocar para realizá-lo em outro lugar. Esse deslocamento representa receita que poderia ficar na sua estrutura.
O modelo de posto de coleta integrado surgiu exatamente para capturar essa oportunidade: sem montar um laboratório, sem contratar analistas, sem aumentar a complexidade da operação. A clínica cuida da coleta. O laboratório parceiro cuida do resto.
Clínicas que já integraram exames laboratoriais à sua operação estão aumentando o ticket médio por paciente, reduzindo a evasão e gerando receita recorrente com uma demanda que já existia. As que ainda não integraram, estão financiando o faturamento de outros laboratórios.
O mercado cresce. A pergunta é: a sua clínica está dentro ou fora desse crescimento?
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